Que gay sou eu?

Que Gay Sou Eu?

Por Ela

Um gay e uma lésbica, Ela e Ele. Respectivamente ou como preferir, pois juntos aqui não somos mais do que duas pessoas compartilhando pensamentos e vivências. Ela, uma mulher que corre atrás dos seus sonhos, que inventa sonhos para continuar correndo, que sonha mulheres, que ama mulheres.

Ele, um amigo de ideias e reflexões. Um parceiro de confidencias, planos e longas conversas. Um homem cheio de ideias e ideais, que vive plenamente sua vida em muitos sentidos. Um homem inspirador, que entre outras coisas, ama outros homens.

Ele e Ela compartilham ideias e tem um plano. Ideias, como a de que gays e lésbicas têm muito em comum, de que esses são apenas dois nomes que nem de longe definem um ser humano, que a infinidade de tendências e comportamentos sexuais que orbitam a natureza humana é incrivelmente instigante. E que há muito por descobrir e se surpreender a respeito disso tudo.

O plano de mergulhar no rico universo das relações e sexualidade humanas. Tirar das caixas os conceitos prontos, desafiar as certezas, explorar o que há por traz das aparências. Investigar o que é menos óbvio, dividir, falar e ouvir.

Que Gay Sou Eu é isso aí, é um balaio de pessoas e ideias. Um território neutro onde as opiniões mais diversas são aceitas e até estimuladas. Que Gay Sou Eu se propõe a ser um canal onde as pessoas possam explorar formas de vida homossexual e também expressar sua sexualidade livremente.

Por gays aqui queremos dizer todos. Os gays, as lésbicas, os trans, os bis, os que não tem certeza, os simpatizantes, os curiosos e os et ceteras todos. Usamos esta simplificação por acreditar que ela é genérica e publica o suficiente para representar a ideia de que a casa é de todos.

Sejam muito benvindos à nossa experiência gay!

Por Ele

Um gay e uma lésbica, ou dois gays embora o termo “gay” não seja tão comumente aplicado entre as mulheres. Tirei essa ideia da palavra “homossexual” que serve para homem e mulheres e, não foram poucas vezes que vi ou ouvi referências de “homens gays” e “mulheres gays”.

Se lançamos no Google “homens gays” aparecem 3.600.000 ocorrências. Quando digitamos “mulheres gays” traz 3.200.000. Fora que o termo “beijo gay” já se aplicou para gays e lésbicas algumas vezes. Dados significativos para dizer que homens e mulheres gays tem a mesma atenção por aqui (e boas justificativas estatísticas para as meninas que podem protestar!) :P

Pensamentos iniciais para contextualizar o usuário de que o “Que Gay Sou Eu” é um portal de conteúdo sobre temas nos quais um gay e uma lésbica podem se interessar. Um gay ou uma lésbica em níveis íntimos e diversos de aceitação e resolução como tal.

Somos dois amigos, “Ele e Ela ou Ela e Ele” rompendo um pouco com a barreira de preconceito que também existe entre gays e lésbicas (ou mulheres e homens?) e mostrando que grande parte das questões de relacionamento, dúvidas íntimas e inseguranças sobre o universo LGBTXYZ são mais comuns a todos nós e independem de gênero ou sexo. O foco, a mim, me parece estar no ser humano, acima de tudo.

Preconceito coloca a gente dentro de caixinhas e a ideia aqui é tirar.

Não foi uma ou duas vezes que amigos ou até mesmo ex-namorados já me intitularam como “gay sapatão” por uma certa tendência a querer aglutinar as amizades, num tipo de simbiose muito comum entre as relações entre lésbicas. O gay homem tende a ter uma vida mais solitária. Pode ter muitas amizades da rua e da balada mas traz poucas pessoas para a intimidade. Já a lésbica tende a fazer parcerias com amigas e ex-namoradas e quando se dão conta são quase um organismo vivo, uma comunidade! :)

A fundo, imagino que esse modelo tenha suas desvantagens, assim como a maioria dos modelos. Mas, definitivamente, tenho um pouco disso e reconheço em mim, homem gay, como uma virtude ou quem sabe até um diferencial. Diferencial em relação a minha comunidade de homens gays que costumam agir de carreira solo.

Assim, gay com uma dose feminina assumida e resolvida, participo junto com Ela do Que Gay Sou Eu, portal e blog que surgiu com o interesse de ser algum tipo de referência para gays e lésbicas, simpatizantes, bissexuais, enrustidos, “qualquer uma das alternativas”, obscuros, religiosos, masculinizadas e másculos, afeminados e femininas, travestis, cross-dressers e transexuais.

O que vale por aqui são os pensamentos, os momentos de vida minha e Dela traduzidos em palavras e as intervenções dos usuári@s.

No mais prevalece a diversidade.

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